GIL DO CARMO COPYRIGHT 2016. DEVELOPED BY
BIOGRAFIA
Em 2016, Gil do Carmo volta a focar-se na música a cem por cento, com um disco que é quase uma impressão digital do seu autor. "A Uma Voz" tem as janelas abertas, uma vista desafogada sobre Lisboa e um claro olhar posto no mundo.

Inteiramente escrito por si, este é o seu quarto trabalho, ao lado de músicos que o ajudaram a encontrar um espaço próprio, como Yami, António Serrano, João Frade ou José Manuel Neto. Ivan Lins descreve o álbum como o mais autêntico de todos os seus lançamentos, por ser "um disco totalmente acústico, utilizando instrumentos ligados à musica popular portuguesa, como violas acústicas, guitarra portuguesa, acordeão, e instrumentos de percussão. O resultado, a serviço de composições simples e belos textos, só prova o amadurecimento de Gil como compositor e ideólogo de seus projetos”.

Segundo João Gobern, “Gil do Carmo assina, num tempo de valores desfocados e de cenários cinzentos, um disco de “proximidade” (...) o artista convoca referências explícitas de Portugal, do Brasil e de África (...) Gil do Carmo aproveita a essência de cada um desses “formatos” – e aí fica mais um termo da moda corrente – para depois os moldar como bem entende.” Nascido numa família para quem a música foi raiz e, mais do que uma profissão, um modo de ser, Gil do Carmo tirou o que mais podia das suas experiências e aprendizagens.  Aos 19 anos mudou-se para os Estados Unidos e estudou em duas importantes escolas de música em Los Angeles e Boston. Em 1995 regressa a Lisboa e, a partir daí, os seus talentos de compositor, letrista e cantor levam-no a editar ‘Mil Histórias’, ‘Nus Teus Olhos’ e, em 2008, ‘Sisal’, um álbum que conta com a participação de nomes como Bernardo Sassetti, Sara Tavares, Rão Kyao ou a Sinfonietta de Lisboa.

‘A Uma Voz’, é assim um reafirmar de percurso e um perspectivar de futuro, em vésperas dos seus 20 anos de carreira.